
Olá! Começo de semana é fogo não? Parece que neste fim de semana, 90, de 100 mulheres com quem interajo diariamente estão de TPM... Isso é mal. Mas vamos ao que interessa. Desventuras!
Eu sou uma pessoa que gosta de gatos, sim gatihos são animais que agem mais por extinto do que por comando, diferente ds cachorros que espera comandos e assim por diante. Agora a questão que envolve minha mente é... Será que eles gostam de mim?
Há uns 4 anos atrás, um amigo meu foi pra Santa Catarina, e me pediu que eu ficasse um mês na casa dele, tomando conta. Belezinha então, eu sabia que ele tinha um cachorro, um Cocker preto, que já estava muito idosinho, eu e meu amigo até o apelidamos de Matusalém, de tão velho que o bichinho era. Mas não sabíamos do Kuroneko(gato preto). Logo na primeira semana, quando chegamos na sexta, para dormir lá, sentimos um odor desagradável, de coisa podre, então, vasculhamos a casa, olhamos de ponta à ponta e nada, mas percebíamos que o odor estava mais concentrado na lavanderia, então, fomos olhar lá. Abrimos armários, olhamos o tanquinho, e não vimos nada, quando eu ascendi uma lanterna e olhei debaixo da máquina de lavar a surpresa: havia um pardal morto lá dentro, em estado avançado de decomposição(ECA!). Então, naquela noite, presumimos que havia um gato ali, mas aonde? Depois de limpar e lava a área de serviço, tivemos uma idéia: como não havia televisão na casa, pegamos uns cd's do Linkin Park, e começamos a jogar WAR. Sentamos no meio da salinha, tava um calor infernal, colocamos o jogo na mesinha de centro, e começamos a jogar, eu de costas para a porta e meu amigo de frente comigo do outro lado da mesa. Jogada vai, jogada vem, então ele olhou por tras de mim, e disse ter visto um vulto... Ambos somos medrosos(?) então decidimos fazer de conta que nada tinha ocorrido, mas isso nunca funciona. Então, no menos esperado momento ouvimos um miado que mais parecia um rugido, e eu uma dor aguda na costela, algo parecido com uma unhada... Sim, o gato me unhou com toda a força do mundo, eu levantei correndo, e o gato gritava, meu amigo berrava, pegou a caixa do jogo, e batia em mim, não no gato, e aquela loucura, quando eu alcancei um vidro de Bom Ar e taquei no fiofó do bixano, ele saiu correndo. Até hoje, quando eu vejo esse gato na casa do meu amigo, ele dá o mesmo miado que ele deu naquela noite...

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